Pedras brancas ,roliças, em direção ao mar.
Banhadas, tornam-se clareza,pureza total
do cristal.
Do caos, da tormenta,só resta uma esperança:
O sentimento do leão,
O instinto do touro,
A razão do Homem,
O intelecto da águia.
São asas como da grande ave.
Dos pés de barro,agora por terra,
Finco com persistência,
Pés de ferro,
Nas mãos, as palmas e no
Corpo linho puro,
Alfa e Ômega.
Minha alma é um livro aberto,
Livro da vida,
Meus olhos agora são brilhantes.
Hora de acender o incenso e olhar
O arco-íris...
Não me venha a pantera,
O urso e o tigre.
Meu cavalo está de prontidão.
E as rédeas em minhas mãos.
Texto: Marcelle Azeredo
Foto: opa cristo operário 2008








