
Sopra ar novo,
Flauta suave,
Doce manhã,
procurando os ingás.
Adeus,adeus barqueiro,
Arrasta o barco,
joga o mangote,
Parta.
Arrisca trocar a vela,
Muda o rumo da embarcação,
Enfrenta o vento.
Adeus,adeus barqueiro,
Quebra as algemas,
solta o pássaro,
Liberta.
Carrega a tristeza,
Leva como as ondas,
Puxa feito correnteza.
Adeus,Adeus barqueiro
tanto no mar,quanto
no rio,
Leva.
Invada o porto,
Procura hospedaria,
Encontra outra vida...
Adeus,adeus barqueiro,
Cansei de esperar,
Cansei,
Cansei.
texto: Marcelle Azeredo
Foto: Aracaju- Carlos Alberto Alvim
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