sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Caminhos


Caminhos

Quando a gente nasce Deus nos dá caminhos para seguir.

Quando surge algum problema é só uma pequena curva que com fé
e
esperança conseguimos retornar.


Marianna Almeida Cunha de Azeredo Santos
Imagem- Duda Azeredo

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

VENTO VEM


Sopra ar novo,
Flauta suave,
Doce manhã,
procurando os ingás.
Adeus,adeus barqueiro,
Arrasta o barco,
joga o mangote,
Parta.

Arrisca trocar a vela,
Muda o rumo da embarcação,
Enfrenta o vento.
Adeus,adeus barqueiro,
Quebra as algemas,
solta o pássaro,
Liberta.

Carrega a tristeza,
Leva como as ondas,
Puxa feito correnteza.
Adeus,Adeus barqueiro
tanto no mar,quanto
no rio,
Leva.

Invada o porto,
Procura hospedaria,
Encontra outra vida...
Adeus,adeus barqueiro,
Cansei de esperar,
Cansei,
Cansei.

texto: Marcelle Azeredo
Foto: Aracaju- Carlos Alberto Alvim

domingo, 19 de outubro de 2008

FLORADA


Giro,dou um giro,
marco com pegadas
o espaço andado,
minha via.

Flor dos anos,
minha mocidade,
arrepiar caminho,
voltar atrás,
para avançar pra frente.

Vereda flórea,
senda,ocasião,
oportunidade de
tomar destino e
brotar.

Alma cativa,
trilha saibros,
deixa rastros,
indício de espaço
conquistado,meio
caminho andado.

Enveredar,de vereda,já,
logo,imediatamente.
Irromper,ser florada.

Afluir em água,leite,
seiva,suor e lágrimas.
Impeto dos imperfeitos,
atitudes evidentes,
minha tendência humana.

Giro,dou um giro.
Flor-do-céu,
Flor da terra,
Flor-da-esperança
Florecem em flores de retórica.

Poema para a via-láctea,
mancha clara no escuro,em
vias de iluminar de fato.


texto: marcelle azeredo
Foto: Marianna por Duda